BIIIIIIIINNN. Acabo de ler “Feliz Ano Velho”, do Marcelo
Rubens Paiva. Tá, meio fora de moda – às vezes tenho vergonha de falar que li
apenas agora, mas posso conviver com isso – mas fiquei muito impressionado com
o relato do Paiva, não só do acidente, mas da vida como um todo.
Repensar até o andar (pra ele, literalmente) deve ser
tarefa rotineira pra todo mundo, ao que me parece. Pensar no por que do mergulho
estilo Tio Patinhas, o motivo disso e daquilo, sei lá, deve ser normal do ser
humano. Nesse quesito, me sinto um tanto quanto o Paiva. Claro que guardada as
devidas proporções, já que me consigo me locomover normalmente. Mas as coisas
do coração, as dúvidas, as esperanças (e a falta delas, em alguns casos),
porra, como me identifiquei. Tai uma coisa que essa experiência me ensinou: a
rever com mais frequência os rumos da vida – ou qualquer coisa desse tipo.
É sempre tempo de rever e reavivar as coisas que estão
aqui com a gente, desde que sejam boas, claro. Valorizar cada momento, cada
segundo, cada beijo, cada risada, cada abraço. Ser e viver em sua plenitude,
sem se importar se vão te achar um idiota ou coisa do tipo (será que deu pra
sacar ou fui muito enrolado?).
É sempre tempo de rever as coisas. Sem precisar pular no
estilo Tio Patinhas. Valeu, Paiva.